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Felicidade em seu tempo

Quem é feliz não conta, não espalha, não grita aos quatro cantos.  Quem é feliz, satisfaze-se por ser. E sabe que felicidade anda coladinha na inveja.  Quem é feliz não precisa provar nada, simplesmente é.  As pessoas felizes demais nunca me passaram confiança. Essa coisa de que a vida é uma festa e não existe nada errado, não me brilha aos olhos.  Feliz é quem conhece o lado ruim e o respeita. Feliz é quem já foi infeliz. Somente quem já foi infeliz pode entender que a tristeza traz um punhado muito bom de aprendizados.  O oba-oba de quem nunca se deixou entristecer não serve na minha vida. Felicidade não é sobre quem grita mais alto; é sobre quem sorri mais fundo.

Três momentos no sofrimento da liderança religiosa.

A crise que abate a igreja moderna do século XXI, como resultado de uma transformação sociopolítica em que está inserida, tem como promotores aspectos internos e externos a ela. Internos quando se torna lugar privilegiado de refúgio social, mas a isso muito pouco responde. Isso porque, além do aspecto espiritual, religioso, a igreja desde sua fundação é um lugar privilegiado de ajuda social e psicológica. São pessoas que buscam na igreja, em razão de um fosso de desamparo estatal, comunitário e familiar, formas de amenizarem o seu sofrimento e maximizarem o seu prazer. Essas pessoas são aqueles doentes para quem Jesus Cristo também morreu e comissionou a igreja para cuidar. Todavia, nesse ambiente interno múltiplo, salta o despreparo da liderança das igrejas que muito pouco sabe lidar de maneira eficaz e efetiva com esse conjunto de transformações internas. Esse despreparo, ainda que não visto por todos, acarreta para a própria liderança, mas principalmente para a igreja, mais...

Comecemos a sorrir. Não nos custa nada!!!

Nós seres humanos temos seis bons motivos para sorrir cada dia. As pessoas risonhas vivem mais, gozam de maior saúde, tem melhores relações, são mais atraentes, desenvolvem sua inteligência e disfrutam de maior equilíbrio emocional, segundo alguns estudos. Para um bom humor, incluindo se não estão em seu melhor momento, seu sorriso transmite afeto, confiança e aceitação. Claro que nem todos os sorrisos são iguais. Guilherme Duchenne foi um médico francês que no século XIX estudou o tipo de sorriso que produz estes benefícios, denominado sorrido Duchenne. Um sorriso que envolve canais neurológicos com os centros emocionais do cérebro e a zona do córtex que regula os processos intelectuais. Nos bebês, por exemplo, o sorriso indiscriminado está associado à necessidade vital de apego. Indica que as pessoas lhe são interessantes porque os oferecem muitas possibilidades de intercâmbio e aprendizagem. A partir dos cinco meses, o bebê sorrirá apenas a quem reconheça como familiar,...